Nada se cria… #2

Assim que abri o site da Globo.com um pop-up me chamou atenção. Era da Dijean. De início ignorei como sempre faço com pop-ups e continuei a ler as manchetes do site. Tinha uma da Britney e sua famosa calça de moleton manchada. Obviamente cliquei (adoro saber que as famosas são “gentem como a gente”). Ai assim que vi a Britney me lembrei do pop-up que acabara de ignorar. Apertei um F5 e lá estava ele.
Se tratava de uma bota HORROROSA (me desculpe quem gosta), que volta e meia as famosas usam por ai. Ela só não é pior porque não tem jeito mesmo! Podem ser confortáveis, quentinhas, mas nada justifica.
Dá uma olhadinha no que eu to falando.

Sim, essa sou eu. Não comprei a bendita. Como podem ver, estou na loja de sapatos. Tirei a foto para zoar, rir e mostrar às minhas amigas o que as inglesas adoravam colocar no pé, e eu simplesmente não entendia como elas não percebiam como elas são feias. Elas servem como pantufas. Mas para sair na rua!? Não, definitivamente não.
A inspiração da Dijean foram as Ugg (Argh como eu costumo falar rs). Uma marca australiana que fizeram originalmente as botinhas com lã de ovelha. Na década de 30 eram usadas por fazendeiros, e, nos anos 60 por surfistas. Ao passar dos anos se tornou um sapato comum para usar em casa durante o inverno australiano. (fonte: http://www.fashionbubbles.com/moda/croc-no-verao-ugg-boots-no-inverno/)

What did you see?

Assisti hoje o que deve ser o último episódio de Flash Forward. Acho uma pena a ABC ter cancelado a continuidade da série, espero mesmo que logo eles mudem de idéia e lancem a segunda temporada.

Mas então, a série se trata sobre o futuro. Todas as pessoas do mundo, em decorrência de um experimento científico, caem em sono profundo e veem o futuro.

Lunática como sou (leia-se vivo com cabeça nas nuvens), fiquei pensando: como será minha vida em 6 meses? Nem é tanto tempo a frente assim, mas é o suficiente para dar uma guinada na vida de qualquer um. Em 6 meses, eu me vejo morando com o Mark, morando na Inglaterra, talvez até com o passaporte italiano que eu ainda luto em tirar. Será próximo ao Natal, então também me vejo andando pelas ruas de Brighton, Chichester, Portsmouth coberta em casacos elegantérrimos, com botas quentinhas, e cachecóis bem coloridos. Para quem está em Belo Horizonte, morrendo de gripe, torcendo para que o namorado chegue logo em casa para conversar, essa seria uma grande mudança.

Esmaltes – Ana Hickmann Naomi

Hoje, assim que sai da academia, dei uma passadinha na Araujo (drogaria) e vi um tanto de esmaltes da Ana Hickmann. Sempre tive um pouco de preconceito, esmaltes só se fossem Risqué, Colorama.. Ai conheci o Big Universo e passei a, pelo menos, experimentar, as outras marcas.
Me encantei com esse esmalte da Ana Hickmann, perolado, Naomi. Duas camadas já são suficientes. Meu irmão brincou e falou que lembra madeira. E dependendo da luz, até que lembra mesmo hehe

Não sou dessas que usa azul, verde, fluorescentes.. sou mais tradicional. Apesar de achar que até mesmo esse Naomi ultrapassa meu normal. Mas no final das contas eu gostei muito.

"Cansei de ouvir que sou gatinho"

Aqui em Belo Horizonte, o sertanejo (chamado universitário) faz muito sucesso. São diversos os lugares que tem esses eventos: Observatório (que ultimamente se não tiver nome na porta, ou chegar BEM cedo, não consegue entrar), Alambique (nunca fui, e honestamente me recuso a ir), Chalezinho…

Ontem, pela primeira vez, fui no Sertanejo do Chalezinho. Não dei nada pela noite. Achei que iria ser mais uma daquelas que iria ficar ultra feliz se alguma amiga falasse “vamos embora”. Chegamos cedo, não tinha quase ninguém… Tatá e eu fizemos uma horinha antes de entrar até que inevitavelmente fomos enfrentar o sertanejo.

Por um bom tempo nos divertimos com a atualização das fofocas, as meninas dando aquela olhada para ver se havia algum gatchenho. E digo que haviam. Vários! Incontáveis. Muitos acompanhados, mas não deixam de serem lindos. Alguns lugares de BH tem essa vantagem. Reunem milhões de homens lindos, e você se pergunta onde é que eles se escondiam?

Então, estávamos lá, nos divertindo quando um cara, lindo, vem em minha direção. Para na minha frente, me encara e então o reconheço. Era meu colega de estágio em um dos escritórios que trabalhei. Puts, maravilhoso. Assim que o reconheci, ele me abraçou e falamos um pouco do que nos aconteceu nos ultimos tempos, desde a última vez que nos vimos. Ele nos chamou para ficar em sua mesa. Obviamente fizemos aquele famoso doce, demoramos um bucado, mas acabamos aparecendo lá.

Éramos as meninas mais bem “acompanhadas” do local. Sério. Todas as mulheres olhavam para nós, e sentiam aquela inveja branca, do estilo ai como queria ser uma delas. O Luís (o meu amigo lindo) me abraçava, oferecia bebida, dançava, me rodopiava, cantava com o rostinho colado ao meu! Ui! Comentei com as meninas que ia dar uma volta, já que estava sentindo que meio que “embassava” os meninos, e saimos. Ah sim, o Luís nos apresentou um amigo, paulista, que estava em BH para ajudá-lo já que tinha acabado de terminar um namoro de 3 anos e bucado. Uma graça o “Huck”. Mas ai o Huck pediu para que ficássemos.

Nunca me diverti tanto com os meninos. Numa noite que eu não dava nada, se transfomou numa das noites que eu mais me diverti nos últimos tempos.

Nada se cria…

Quem chega até o blog, pode até pensar que eu sou uma dessas meninas que não liga para o que veste, para moda, tendências, e tal. Até ligo. Gosto de comprinhas, creminhos, maquiagens, esmaltes, produtinhos, mas admito, não penteio o cabelo com a frequência normal de uma menina. A escova de cabelo só encontra meu cabelo, quando o lavo. Fato.

Hoje, domingão, tudo paradão, resolvi ir ao BH Shopping para almoçar e ver se eu achava alguma blusa, vestido, saia, shorts, calça, para usar hoje a noite. Passei em algumas lojas que eu gosto mas nada me chamou atenção. Fui à C&A, vi umas blusinhas bonitinhas, mas nada que realmente valessem a pena. Logo depois, fui a Zara, e me deparei com uma blusinha de renda com regatinha por dentro que eu tinha acabado de ver na C&A.
Seria tendência ou cópia? Hein, hein hein?! A da Zara vestiu melhor, mas na C&A tinha o modelinho na cor pérola, lindo lindo, mas a regatinha era ultra transparente.

I’m a Gleek

Adoro. Glee é um dos seriados que eu assisto, religiosamente, assim que pinta no melhor site de downloads de séries (http://www.themusicdude.net/) (a outra série é flashforward que infelizmente não deve ter a segunda temporada, mas é muito bom).

Então, a série já conta com diversos cds (para comprar o cd volume 1, clique aqui; o volume 2, clique aqui). Além desses que já são vendidos no Brasil, a série tem ainda o cd volume 3 (Glee – Showstoppers) e do episódio da Madonna (Glee – Power of Madonna).

Segundo o site Just Jared, no dia 8 de junho a série vai lançar mais um! Ueba!! O playlist do cd será Faithfully, Any Way You Want It/Lovin’ Touchin’ Squeezin’, Don’t Stop Believin’, Bohemian Rhapsody, To Sir With Love e Over The Rainbow.

A capa do Glee’s Journey to Regionals é esse ai abaixo.

Ahh.. a micareta

Apesar de 4 anos longe de eventos como este (Nana Fest), antes mesmo de chegar o local a empolgação já tomava conta de mim. Numa micareta, tudo começa pelo abada. Tá bom, não sou daquelas que cortam o abada fazendo ultra decotes, nem deixando metade da barriga de fora… prefiro apenas deixa-lo usável. Ao colocar a mortalha (sim jovens, há alguns anos, o abada era chamado de mortalha) uma onda de empolgação e felicidade tomou conta de mim. Havia anos que não vivenciava tamanha anciedade.
Minha querida amiga Tata me buscou e fomos ao Mega Space, em Santa Luzia. Não vimos muitas pessoas pelo caminho que iam para lá, mas chegando nas redondezas me lembrei porque, na maioria das vezes, eu tinha preguiça de micareta. Milhares de adolescentes desorientados, correndo e gritando pelas ruas, meninas com abadas cortados de forma mais piriguete possível, muitos afetados, muitos se embreagando antes mesmo de entrar, mais ainda usando lança perfume e se achando os doidões da vez (hello people, lança é uma merda!!!).

Paramos o carro e fomos para o camarote. Dei graças a Deus por ter ido de camarote, olhei para a pista e pensei “Protegei-os ó pai”. Confusão, meninos agarrando meninas a força, meninas dando PT… preguiça total. A medida que os shows foram passando, fui relaxando e deixando de reclamar da quantidade de adolescentes afetados que tinham por ali, inclusive um que chamou minha atenção por horas. Um garoto, de uns 15/16 anos, com o corte de cabelo igual do Neymar, jogador do Santos, que rebolava como forma de conquista. Obviamente ele não pegou nenhuma menina que chegou, afinal de contas, quem é que se sente atraída por um moleque com cabelo esquisito rebolando a bunda como se fosse o cara do rebolation, o Xandy do harmonia do samba, etc?

Foi muito bom reencontrar moçada do colégio. O tempo passa e você percebe que você tinha uma certa importância na vida deles quando um deles, que você quase nunca conversava, chega para você e fala “Ana, lembro sempre de você, toda vez que penso num avião (meu pai era piloto), na carreira de piloto, penso em você“. Fiquei de cara, o Tomás sabia meu nome?!?!?! Desde quando?

Que venha a próxima micareta.

Quinta Japa

Sem ressaca no dia seguinte. A abstinência alcoólica tem suas vantagens (apesar de ter tomado uma única tulipa de cerveja). Realmente, sushi e cerveja não combinam, o gosto simplesmente não bate. Sushi e cerveja não são como macarrão e vinho, cerveja e churrasco, suco e sanduíche natural.

Abri mão da cervejinha, por pouco tempo! hehe

Fomos ao Sakê, que fica na Marília de Dirceu, quase esquina com a loja da Tam.

Quinta Japa

Como é engraçado essa questão de blogs. Quando começou essa história de blog, diário virtual, etc, as pessoas literalmente começaram a escrever sobre a vida delas, o que faziam, onde ia, milhões de fotos. Hoje em dia, blog de menina virou blog de moda, ou blog de sexo (tenho um excelente para indicar: Sex at Oxbridge que apesar de se tratar de sexo – em inglês – trata também de uma menina – uma doce de menina, diga-se de passagem – que tem ser infortúnios com homens e sua correria como estudante universitária que é).

Sinto falta daqueles blogs de antigamente. Que falavam de paixões adolescentes, briguinhas, intrigas, coisas do cotidiano… ultimamente o único blog desse nível que tenho conhecimento é o da Re Biscoito, que infelizmente não escreve com tanta frequencia assim.

Há alguns anos, desde que me formei no Colégio Loyola, um dos mais tradicionais de Belo Horizonte, mantenho amigas. Amigas mesmo. Com quem posso contar sempre, ligar de madrugada, chamar como companhia para aquelas festas que você vai por causa de uma pessoa… Cada uma tomou seu rumo. Quase ninguém é companheira de profissão ou faculdade, o que nos fez (quase obrigou) marcar encontrinhos semanais. Japa é nossa comida favorita, então, como o nosso dia disponível era a quinta, ficou como Quinta Japa. Quinta Japa, na verdade é um evento que é organizado pelo Minas Tênis Clube, o qual nunca fui. Nunca fui por achar que o encontro com minhas amigas seja mais interessante e não ter que ficar suportando aquelas meninas e meninos”pagação”, que só se vestem de acordo com catálogos de moda, e vestem o sapato da hora. Preguiça!!!

Com o tempo, espero que este blog, fique cheio de fotos reais, de pessoas reais, de eventos reais, com um pouco de photoshop (porque ninguém é de ferro). E hoje tem companhia!! Além da @biacaram, e a Tatá, teremos o Rodrigão! Oba!!

Passeio de ônibus

Há muito tempo não sei o que é andar de ônibus. Não digo isso por dizer, digo pois, desde que tenho meu carro faço uso dele para me locomover para qualquer lugar. Mesmo sabendo que de ônibus será mais fácil, tranqüilo, não tem que se preocupar com vagas, etc.

Então, hoje, tive de ir ao Shopping Cidade, no centro de Belo Horizonte, e como estou tomando um remédio que está me deixando meio grogue preferi pegar um “busão” e não ter que me preocupar com o estacionamento caracol do shopping. Tudo isso para pegar um abada, e depois de quatro anos, ir a uma micareta. Sim 4 anos. E já na fila, lembrei-me do porque se passara tanto tempo que não ia a uma micareta. Meu Deus! Que visão do inferno! Que povo mais feio! Sério. Deu-me vontade de pegar o abada (que graças a Deus nem é tão ruim assim) e correr para o 5a Avenida (na região da Savassi) para repassar o bendito convite. Mas como há quatro anos que não compareço a um evento social como este, vou dar uma chance. Não sei nenhuma música. Sei disso, mas tenho certeza que nos primeiros 15 minutos irei receber uma lavagem cerebral cheia de êeee ôoooo, pula sai do chão, e logo entoarei o grito das multidões. Como dizia um professor, que logo virou um grande amigo, a micareta é a festa do povo (e que não duvide que ele se tratava do povão).

Mas o ônibus. Em anúncios de compra e venda e aluguel de casas e apartamentos, dá-se grande valor à quantidade de linhas de ônibus a região do imóvel é servida. Mais que isso, deveriam passar, além das linhas de ônibus, a grade, com os horários de cada um. Aqui onde moro, teoricamente é bem servido de transporte público. São cerca de seis linhas. Mas se você depender de uma linha, especificamente de uma, você está ferrado. São 20 minutos esperando pelo bendito ônibus para chegar ao seu destino após 15 minutos depois de embarcar. Na volta, o tempo triplica, quase 50 minutos para ficar dentro do ônibus por 13! Contados no cronômetro do celular!

As cadeiras de ônibus não te cabem se você possui, além de sua bolsa, mais uma sacola, ou se você tem mais de 1.70m. Imagine eu, com um casaco, bolsa, sacola, e 1.77m! Senti-me a própria sardinha. Tive sorte em arrumar um lugar e torcer para que nenhum velhinho ou outra pessoa com preferência de acento chegar (fui educada para SEMPRE ceder meu lugar àqueles mais velhos e com mais dificuldade de se manter em pé dentro de um ônibus, ou seja, se você tem boa aparência, carrega milhões de sacolas, eu irei ceder meu lugar a você, questão de educação). E o que eu sempre condenei àqueles que usufruem deste meio de transporte, quase aconteceu com essa que vos fala… A lentidão para a chegada do ônibus, misturado ao cansaço do dia-a-dia, inevitavelmente, transformará o ônibus num berço, com balanços tão agradáveis, que velará o seu sono até provavelmente o ponto seguinte ao seu. Sorte terá, se você não babar!