Noticias

Como eu me sinto em casa nesse pais. Sabe quando voce anda por um lugar e sabe exatamente onde esta, as lojas e restaurantes ao redor. Se alguem me perguntar por informacao a respeito de qualquer coisa por aqui, sou capaz de informa-la, sem pestanejar.
Estou frequentando a academia aqui. Estou achando o maximo. Primeiro porque as maquinas te dao todas as informacoes sobre a serie: quantas repeticoes, quantas series voce faz, tempo de repouso, qual o proximo aparelho! Nas esteiras, bicicletas, e transport tem uma televisao particular hehe, e se voce estiver na esteira, morrendo de calor, basta ligar o ventilador privativo acoplado no equipamento! Wow!

As liquidacoes estao bombando por aqui, mas honestamente, nao teve nada que me fizesse morrer de amores e comprar imediatamente, fora o sapato que eu comprei lindo por £7.00 (R$21.00). Nem na feira hippie sapato custa tao barato! Amanha posto foto das minhas comprinhas ate agora.

Ontem foi um dia atipico. M. decidiu sair comigo para fazer compras?! Ahn!? Isso mesmo! Foi ele quem me levou para comprar o sapato. Entramos em todas as lojas que eu queria, e ele mesmo me incentivou a entrar em outras que eu nao sou acostumada a entrar! Depois fomos para Portsmouth numa despedida de dois colegas de trabalho dele! Nossa!!! Me diverti como nunca! Os colegas do M. foram super legais comigo, sempre conversando, me dando atencao! O M. dancava comigo, ria… Foi sensacional! Combinamos de sair assim mais vezes… Eu e ele. Para dancar, beber, se divertir.

Hoje a ressaca corroi M. haha afinal quem mandou beber o tanto que bebeu ontem?! Mas quer saber, foi excelente!

Ah desculpem pela falta de cedilhas, acentos, etc. Teclado britanico!!!
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Novidades

Entao, sei que sumi, mas o motivo e justo. Depois de nao sei quantas horas de viagem cheguei ao meu destino final! Era como se jamais tivesse saido daqui. Nao que as coisas nao mudaram (ta, admito, nao mudaram tanto assim nao), mas me senti em casa, como sempre me senti.

No caminho para a casa do M. percebi que algumas lojinhas foram fechadas, outras reformadas e haviam uma ou duas novas.

Na casa do M. quase nada mudou, a nao ser a cozinha, reformada, novinha, e o quarto dele que agora esta arrumadinho, organizado, e com criados-mudo! Quem diria!

Logo colocarei algumas fotos e contarei sobre minha experiencia na academia daqui! Muito chique e tecnologica! haha

Ah England

Depois de 27 horas de viagem que incluiram uma passageira que sentou do meu lado e nao parava de falar, comida terrivel do aviao (sanduiche de omelete), voos atrasados, dois lindos ingleses que me ajudaram com minhas malas, e um caloroso abraco dos pais do M. finalmente cheguei.

Mais um post do caso Bruno

Então, antes de viajar vou fazer dois posts sobre assuntos que estão bombando por ai. O primeiro é, como o título do post diz, é do caso Bruno. O segundo é sobre eleições. O “caso Bruno” está bombando por ai. Todos estão perplexos como o crime foi planejado, e cruelmente executado. Mas convenhamos, quantas Elizas Samudios existem por aí? O problema desse caso é que o Bruno é uma pessoa que ganha ganhava R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) por mês, e podia muito bem dar um “cala boca” e o caso ser encerrado. Mas não.
Segundo foi divulgado pela divina impressa, a Eliza conversou com um suposto amigo/conhecido do goleiro e falou que ele tinha atrasado o tal cala boca. E honestamente, deve ter infernizado a vida do homem. Devia ligar afirmando que ia falar na imprensa, falar com Deus e o mundo! Santa, sabemos, ela não era!

De maneira alguma estou aqui para defender esse monstro! Ele fez o que fez, e deverá sofrer as consequencias, mas devemos analisar também o que está por trás de tudo.

Minha visão, uma visão de uma graduada em Direito, é um pouco mais técnica do que algumas pessoas e talvez nem todos concordem comigo, e podem até me questionar.

No domingo, minha família e eu fomos almoçar fora e meu meio-irmão (que é juiz) falou uma coisa que eu não tinha reparado. Estava aficcionada na ideia que o Bruno ia pagar pelos erros. Quando ele chegou em BH, foi levado para a penitenciária Nelson Hungria. Bruno e os outros envolvidos estão sendo tratados como se condenados fossem. Ele é preso temporário! Lei 7.960/89 Não há se quer um processo criminal! Ainda está na fase de inquérito! Ele foi vestido com o uniforme da penitenciária, e algemado quando levado ao Departamento de Investigações. Quem viu os noticiários viu que o goleiro se dirigiu a qualquer lugar que foram encaminhados tranquilamente, aparentando, inclusive, uma certa frieza.

O Supremo Tribunal Federal editou a Súmula Vinculante 11 que diz ser lícito o uso de algemas em caso de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado. O Bruno, em nenhum momento, demonstrou resistência, muito menos possibilidade de fuga (afinal como conseguiria no meio de tantos curiosos e imprensa?), nem demonstrou possibilidade de perigo à integridade física de qualquer um que estava por perto.

Beleza, Ana, mas o que você quer dizer com isso?

Bom, o advogado do Bruno PODE pedir a anulaçao da prisão ou do ato processual! Ele pode ser solto pois não havia necessidade do uso da algema!

O caso Bruno virou mais um reality show da polícia/judiciário brasileiro! Todos querem saber, todos querem ver os envolvidos sofrendo e humilhados, afinal eles, aparentemente, mataram a pobre coitada da Eliza.

Não é a primeira vez que a polícia mineira fica à frente de um caso que foi transformado em um sensacionalismo absurdo! Há poucos meses, o caso do Maníaco de Contagem, colocou a frente o delegado Edson Moreira (o mesmo do caso Bruno) se tornou celebridade, aparecia em todos os jornais mineiros, nacionais, que sá internacionais.

Queria ver o que aconteceria se fosse provado que Bruno não é culpado. Imaginem se essa Eliza Samudio aparece por ai, vivinha da silva?

Quero dormir!

Como já disse anteriormente, a cada dia que passa as borboletas, residentes no meu estômago, acordam do período de hibernação, e me deixam sem dormir. Essa noite a festinha começou as 4 da manhã. Fui acordada por milhares de borboletas que me fizeram perder a paciência de voltar a dormir. Fui parar sentada na minha escrivaninha, à beira da janela.
Person at the Window – Salvador Dalí
Olhava tantas luzinhas dos apartamentos acessas. Me indaguei se a luz fora deixada acesa deliberadamente pelo dono do apartamento ou se haviam pessoas que, assim como eu, não conseguiam mais dormir. Vários carros transitavam pela avenida próximo de onde moro. Para onde iam àquela hora? Será que eram pessoas que precisam sair de casa cedinho para chegar ao trabalho? Ou pessoas que chegavam de uma festinha, em plena segunda feira? Podiam ainda ser aquelas pessoas que pegam o carro e saem por ai para pensar na vida, tomar uma decisão. Conheço pessoas assim. Uma vez, eu estava precisando de espaço… pensar na minha vida. Peguei o carro para sair por ai. Ir aonde ele me levasse. Por incrível que pareça não deu nenhum efeito. O trânsito estava louco… mal conseguia avançar. Perdi a paciência, e voltei para casa.
Mas enfim, quanta coisa acontece sob nosso nariz enquanto dormimos. Fiquei impressionada como a cidade é viva, mesmo às 4 da manhã. O mais curioso aconteceu quando coloquei meus óculos e conseguir ver direito os traços das janelas, prédios, àrvores… havia uma pessoa (não consegui identificar se era um homem ou mulher) também na janela, observando as coisas ao redor. Quase apaguei e acendi a luz do meu quarto, numa tentativa de me comunicar com o outro vizinho. Mas preferi não.

2 dias gente!!! 2 dias!!!

Mercado Central

Se tem um lugar em Belo Horizonte que eu gosto de andar, e andar, e andar, ficar perdida, e no final, sair com uma sacolinha de biscoitos, de queijo, de balas…

Adoro o Mercado Central. Tem alguma coisa lá que me atrai de forma muito intensa: o cheiro. Aquela mistura de temperos, queijos, fumo de rolo, ervas… o Mercado tem um cheiro específico… e como eu gosto de lá.

Hula hula

Há algum tempo, uma atriz famosa norte americana casou vestindo uma Havaiana. Pronto! Isso foi o suficiente para nossos chinelos ganharem o mundo e se tornar mais do que um produto brasileiro! Graças a ela, a nossa bandeira ficou mundialmente famosa nos pés de gringos!
Como o M. mora na gringolandia, hoje foi minha vez de colocar mais algumas nos pés dos gringos. Comprei, nada mais nada menos que, 8 pares de Havaianas! 8! de todas as cores, estilos, tamanhos!!!

Por ela…

Se tem uma coisa que mexe com meu coração e me faz pensar nas minhas ações é uma pessoa que tem nada mais nada menos que 81cm. Não dorme sem o bibico. Não come sozinha. Precisa de ajuda para tomar banho, se limpar, se vestir. Usa fralda para dormir. Ainda não consegue pentear o cabelo. Adora o Shrek e Hi-5. Sabe de cor as músicas do Balão Mágico. Conta de 1 a 10! E tem 2 anos e 6 meses. Me chama de Dindinha Cacaia. Quando está com raiva, por eu ter a repreendido me xinga: boba! Não consegue não mexer no meu cabelo! Me acorda quando chega em casa e ainda durmo! Come só batata quando vai no Mc Donald’s. Tem medo do brinquedão. Tem medo do Teletubbies. Dança Rebolation, apesar da Dindinha aqui achar o uó!
Minha neguinha…

Olhando para trás…

Há um ano, eu estava sentindo pena de mim mesma. Coloquei todas as fichas em um relacionamento à distância, construí sonhos, tive visões de meu futuro, filhos, netos. Tomar conta de um jardim, cheio de flores, preparar o jantar para quando o marido chegasse em casa, não tivesse que fazer mais nada, apenas tomar um banho, relaxar e jantar comigo. Sim, na minha mente, seria uma Amélia, e seria feliz.
Vi todos os meus planos ruirem à minha frente quando o M. falou que não tinha certeza do que sentia, que era melhor não empurrarmos o relacionamento com a barriga, pois não chegaria a lugar nenhum. BUM! Acho que senti como se tivesse sido atropelada por um tanque de guerra, sem possibilidade de sobrevivência. Achei que, por ele estar meio confuso, estando presente na vida dele, ele poderia mudar de ideia e voltar para mim. Doce engano.
Por algumas semanas tentei ser a amiga, aquela com quem ele podia contar… mas com o passar dos tempos percebi que de nada adiantaria. Naquele momento, a única coisa salutar para ambos seria não ter mais qualquer relacionamento. Eu não conseguia me desvincular. Nossa relação sempre foi à distância! Então, na prática, não havia mudado nada! Continuávamos conversando muito pela internet, sempre em contato…
Decidi, depois de ouvir dele, que estava interessado em uma menina, que iria acabar com meu sofrimento. Deletei de orkut, msn, facebook, skype. Deletei o número do celular (apesar de saber de cor). Pronto. Pronto? Pronto não… estava perdida! Não sabia como me comportar! Agora eu poderia sair, conhecer pessoas e me jogar! Se achasse um cara bonito, podia dar bola, cruzar olhares…
Senti falta, óbvio, mas precisava daquele tempo. Pelo menos para ter certeza absoluta que, apesar dos pesares, ainda era louca por aquele inglês, branquelo, e cheio de manias! Mas e ele?
Passaram-se uns 7 meses e um dia recebi uma mensagem dele “bought my ticket to brasil! Thinking bout goin to BH!” Como assim?! Ele está vindo?! Pra Belo Horizonte? Vai ficar na casa de quem? Quem vai buscá-lo no aeroporto? Quem vai passar o tempo com ele? Na hora respondi a mensagem! Claro! A curiosidade e a alegria tomaram conta da minha razão. Agia somente com emoção. Passaram quase uma hora para a resposta dele “Getting in BH on the 22nd of jan.” Ele chegaria em BH no dia do meu aniversário! Nao pude evitar de pensar vai vir embrulhado para presente também?

Enquanto a data não chegava, voltamos a conversar. Eu, orgulhosa, tentava me manter distante, mas como fazer isso por muito tempo? Não consegui me segurar no pedestal de não ligo para o que você faz, ou deixa de fazer, claro que eu ligava. E muito! Senti que ele queria voltar. Ele não viria à BH para passear! Ele veio para conversarmos, para decidirmos nossa vida. Foi necessário a distância, minha aparente indiferença para que ele percebesse o que sentia.
Não dá para continuar amigo de uma pessoa que você ama e não é correspondido! Ou o amor acaba para os dois, e vocês conseguem conviver sabendo que ela poderá sair e namorar outras, ou não. Eu tentei. De verdade! Mas não pude suportar a ideia de dar conselhos sobre a vida amorosa de M. Isso seria demais para mim!
Agora estou aqui! Feliz pela decisão que eu tomei há um tempo. Feliz, também, pelas consequências que minha decisão chegou. Faltam SEIS dias! Seis!

Nobody said it was easy
it’s such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No on ever said it would be this hard

Oh take me back to the start

Cold Play – The scientist

É aqui que eu amo, é aqui que eu quero ficar…

Lembro-me como se fosse ontem da primeira vez que embarquei rumo à Inglaterra. Houve todo um processo pré embarque, a começar pela compra da mala. Não tinha nada que coubesse todos aqueles casacos e roupas de inverno que teria que levar para não sofrer de hipotermia. Comprei uma mala vermelha (para ser fácil de achar na esteira do aeroporto, afinal 90% das pessoas tem malas pretas #ficadica), enorme, com vários zíperes, cadeado embutido, divisões!! Perfeita para a ocasião. Agora precisava selecionar as roupas e acessórios e recheá-la com meus pertences. Presentes para a família do M.! Ai meu pai! Eu não os conhecia! O que uma brasileira leva de presente, à família do namorado inglês? PRODUTOS BRASILEIROS. Óbvio!
Colares de pedras, pulseiras, suplás de capim dourado! Uma perfeita amostra de quase tudo que tínhamos a oferecer. Pronto. Malas fechadas, código da mala anotado, passagem e passaportes em mãos, carta convite a posto, tudo pronto!
As mais de 10 horas de viagem foram poucas para o tanto que a minha cabeça trabalhava. Como será a Inglaterra? Quero ver castelos! A Rainha! Os príncipes! Quero tomar chá, às 5, por favor! Quero comer fish and chips, quero falar trousers ao invés de pants! Quero ir num pub jogar sinuca! Quero ver igrejas com mais de mil anos! Quero ficar confusa e insegura ao atravessar uma rua! Quem sabe até dirigir um carro!
Assim que o avião pousou em Heathrow as borboletas que moram no meu estômago começaram a se agitar! Elas estavam quietinhas até aquele momento. Agora não! Voavam para cima e para baixo, me deixando ansiosa e me fazendo pensar que a imigração da Inglaterra é uma das mais duras do mundo! Pronto, todo o meu sonho de conhecer as terras britânicas foram levados, agora me indagava SE iria conhecer um castelo, SE iria tomar chá! Nem precisava mais ser às 5!
No balcão, a mulher conferiu os documentos, passaporte, anotou alguma coisa na fichinha que tive que preencher no avião. Pronto. Pronto? Só isso! Deixe-me correr, antes que ela mude de ideia.
Na esteira das malas, como previsto, foi fácil achar minha mala, que continha uma faixa adesiva inspected. Abriram minhas malas, provavelmente pelos vários litros de cachaça e pedras trazidos. Não tive coragem de conferir se estava tudo lá. Afinal, se retiraram alguma coisa, não seria eu quem iria reclamar!
De malas em mãos, cachecol no pescoço e vestindo um casaco, fui em direção à porta. Aquele seria meu primeiro passo em terras britânicas!!! Vejo o M. me esperando, provavelmente estava mais ansioso que eu! Pronto! Rumo a Chichester!
No caminho, admito, fiquei completamente enjoada. A ideia de estar do outro lado da pista, com o motorista sentado no lugar do passageiro fez com que meu cérebro perdesse a noção de tempo e espaço me deixando completamente zonza. Decidi não prestar atenção na estrada, melhor olhar a paisagem.
Nada de castelos! Onde estariam as casas de pedras, de tijolinhos?  Por um bom tempo tudo que vi foram fábricas, galpões enormes!!! Onde estão as casas? Tentava não demonstrar minha decepção, mas com certeza o pai de M. percebeu. Me explicou que ali era a M25, uma rodovia, e que logo logo, entrariam em estradas mais charmosas.
Assim como prometido, comecei a ver bosques, casinhas coladas umas nas outras, casarões dignos de pertencer a qualquer filmagem de um livro de Jane Austin, casinhas de pedras!!! de tijolinhos laranjas!!! Ai Inglaterra, quanto tempo esperei para estar aqui! A cada lugarzinho que o carro passava meu rosto se iluminava, nunca imaginara que poderia me sentir tão bem em um lugar como aquele! Pensei em minha mãe, e como gostaria que ela tivesse ali comigo. Queria parar em cada cidadezinha e tirar fotos! Eternizar cada visão!
A medida que viajávamos, o dia ia se transformando em noite. As casinhas, que outrora podia ver suas cores, começavam a se iluminar. Com o anoitecer, a mágica se dera! Anoitecer não, entardecer. No inverno, as tardes perdem a luminosidade às 3 ou 4 da tarde! Me senti dentro de um conto de fadas. Ainda não havia visto nenhum castelo! Mas vi uma casa, com a luz da frente acesa, outros dois carros parados na garagem, e uma mulher, com cara de boazinha na porta, se abraçando para não morrer de frio. O carro em que estava entra na garagem. Desço e sou calorosamente abraçada por essa mulher, que logo me leva para dentro, fazendo com que os homens (M. e seu pai) peguem toda minha bagagem! Cheguei! Logo todo o processo irá se repetir. Diferente da primeira vez, o trajeto para a casa do M. será de trem. Dessa vez não vou esperar por rostos conhecidos. M. estará trabalhando. Mas não tem problema. Sinto-me como parte daquele país. As borboletas ainda moram na minha barriga, e sinto que algumas já começaram a acordar e já não me deixam dormir! Fazem meus pensamentos viajar longos caminhos, até chegarem naquela casinha, que hoje deve estar florida, e com a grama verde. Em breve, estarei na terra da rainha, tomando chá com leite (eca) às 4, e não às 5 como divulgado por ai! Provavelmente uma visita ao castelo de Arundel! E outros! Uma semana! 7 dias!