Cafezinho tá pronto?

Muitas empresas tem sua alma, seu equilíbrio em bom humor em profissionais que, às vezes, mal sabem o que acontece nas salas geladas pelo ar condicionado e muito menos entendem como as pessoas podem passar horas a fio em frente a uma tela de computador, com pilhas de papeis empoeirado ao lado, praticamente arrancando os cabelos diante de pique de luz que fez o computador dar uma reinicidinha.

Mas são elas que dão o pique de todos. Basta essas pessoas passarem no corredor, aparecer na sala que mesmo o mais mau humorado dos chefes não se rendem e despejam um belo de um sorriso nelas.

Nunca trabalhei em algum lugar onde as copeiras não fossem simplesmente adoráveis! Normalmente enfrentavam uma jornada de duas ou mais horas para chegar ao trabalho e mais outras tantas para voltar. Nem no meu pior emprego, onde o respeito ao colega era algo abolido do dia a dia a copeira era desagradável! Muito pelo contrario, era do tipo maezona que trazia chá quando estávamos gripados, comprava frutinhas quando decidíamos entrar no 10o regime do mês!

Sabe-se lá porque eu quis declarar meu respeito e admiração a essas pessoas! Mas fiquei pensando como elas são importantes no dia a dia de um lugar abarrotado de stress.

A do escritório onde trabalho guarda sempre uma xícara de café antes que se esgote! ❤ muito amor!

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Faça o que eu falo…

Primeiro post com 26 anos. Não sei se isso acarreta alguma responsabilidade, alguma obrigatoriedade em tratar de assuntos exclusivos dessa classe de idade. Agradeço a todos que me mandaram um oi, um parabéns, os que beberam por mim, os que falaram que beberam, os que não lembraram e agora se remoem de vergonha (Alow Cláudio Antônio).

Ganhei o melhor dos presentes so far. Minha mãe falou que ia me dar a passagem pras England. Yey, todas comemora! R$1.400 reais, sem taxas. Porque não tenho muitas férias ficaria só uma semana, mas pelo menos é uma semana perto de quem mais quero estar perto.

Ontem, ao avisar a ele que estava olhando as passagens, perguntei quando seria a melhor época, a resposta veio de forma tão rápida e espontânea que não deu pra não soltar uma lágrima solitária e emocionada “tomorrow”. Owwwnnnn…

A leve proximidade dos 30 anos me fez refletir e obviamente fez meu sangue subir quando, no mesmo momento que refletia sobre minha pele, que envelhece a passos largos, uma pessoa colocou uma mensagem sobre teste em animais, e tal. Antes de qualquer coisa, SOU CONTRA. Mas admito, não ando com uma lista de produtos na minha bolsa de produtos que fazem teste com animais. Se me perguntarem, não saberei listar uma marca se quer. Mas se souber, paro de comprar a bendita marca. Sou efusivamente contra testes em animais, acredito que deve haver outras formas de saber se o produto é compatível ao homem.

Então, a pessoa que colocou a tal foto, gritando aos quatro ventos (na verdade só tava em caps lock) que deveriam testar produtos “na sua mãe”, é uma das pessoas que eu conheço que é mais viciada em produtinhos. Não vive sem um creme pra isso, é viciada em coisas pra cabelo.

Será que agora a moda é ser pro animal? Será que as pessoas se acham mais cool ao declarar no facebook que são radicalmente contra? Será que essas pessoas conseguem sustentar a falta do creminho ao descobrirem que são testadas em animais? Será que a imagem que você passa aos outros pode ser incompatíveis com o que você pratica? Seria a mesma coisa que um vegano ser chef de cozinha em uma churrascaria?

Admito minha falta de atitude em relação a tantos assuntos que sou contra, mas tento, ao menos, manter minhas atitudes ajustadas ao meus ideais.

Ser engajado em causas da natureza é importante. Não compro mais sacolas de plástico (em BH, para quem não sabe, não se pode dar mais sacolas de plástico. Cada uma custa R$0.19, e eu me nego a pagar quase R$0.20 por sacolinha, prefiro pegar uma caixa de papelão, ou levar minha eco-bag signed by Ronaldo Fraga), compro refis ao invés de novas embalagens – se meu vizinho jogar esse laser verde de novo no meu quarto eu vou ligar pra policia pra prender esse infeliz &%$#@&$ -, xingo pessoas que lavam calçada (passeio) com mangueira. Enfim, tento ser o mais ecologicamente responsável possível. Mas são coisas que não dizem o contrario do que falo. Enquanto muitos por ai se passam por ativistas, mas ao apagar das luzes correm pra primeira farmácia para comprar o novo creme anti rugas que possivelmente foi testado em animais, ou feito com óleo de golfinho.

 Ser eco-chato é o novo pretinho básico.

Titanic… não aquele!

Eu sou fera em descobrir coisas interessantes em lugares menos prováveis. Foleando a revista “Náutica“, de julho de 2011 (nº 275) encontrei uma reportagem sobre o titanic brasileiro. O maior desastre naval em águas brasileiras. Eles ocorreram na mesma época, e teoricamente fazendo o mesmo trajeto Europa – América.

O barco era o Príncipe de Astúrias, e zarpou de Barcelona, em 1916, rumo à Santos, Montividéu e Buenos Aires cheios de europeus que tentavam escapar da guerra que assolava a Europa, tentando uma vida melhor na América Latina.

Após passar pela linha do equador, o navio cruzou com seu “irmão-gêmeo@, o “Infanta Izabel”, onde fora visto pela última vez. Era época de carnaval, e para aliviar a tensão dos passageiros, rolava uma festa de carnaval na embarcação, enquanto do lado de fora, o navio enfrentava uma tempestade.

Na alta madrugada, o navio atingiu Ilhabela, e esbarrou uma pedra, abrindo um buraco no casco. Tarde demais para o capitão. O navio afundou e por sorte de muitos passageiros, ele estava carregado com cortiça, que acabou virando bóias.

Como no Titanic, pouquíssimos ocupantes da terceira classe sobreviveram. Oficialmente, foram 143 sobreviventes e 445 desaparecidos. Porém, não se sabe ao certo quantas pessoas estavam a bordo, por conta dos passageiros clandestinos. Acredita-se que o número de desaparecidos seja bem maior do que o oficial.

O barco foi submerso na região, e por conta dos caçadores de tesouros da época, não sobrou muita coisa do navio, Somente ferros retorcidos.

Bizarre England [1 of 1]

Há tempos eu tenho observado que a Inglaterra é um país esquisito. Sempre que tem uma notícia de um caso bizarro, aposto todas as minhas fichas que é da Inglaterra. Normalmente eu acerto.

Já queria criar um post temático, e hoje é o primeiro.

Aconteceu em Cleveleys, na Inglaterra. Uma espuma bizarrona tomou conta da costa da cidade. Cientistas acreditam que a sua existência seja em decorrência da decomposição de algas no mar. ANYWAY, too freaking weird.

If I could…

Então, sei que há alguns meses, eu larguei de mão este blog. Não foi por algum motivo aparente. Ou foi. A coisa é que o seguinte, acabou que estou trabalhando num escritório de advocacia, que apesar de não ser meu sonho, tem um ambiente bem legal. Mexo com direito empresarial, então, dos males, o menor.

Paralelamente, tenho corrido atrás da documentação para a cidadania italiana, e guess what?! Consegui todos! Todos… MENOS UM! Um… o mais importante, o mais impossível de ser encontrado: a certidão de nascimento do meu bisavô. (quem ler este post, e morar na Itália, região de Napoles, e querer me ajudar pro bono, por favor, entre em contato. Eu só preciso da certidão de nascimento! Aqueles que puderem me ajudar, de qualquer forma, até apoio moral, por favor, entrem em contato também).

Me desanimei um pouco com as coisas, parece que sempre que dou um passo à frente, algo faz eu dar dois passo para trás. Parece uma coisa. Por mais que eu reze, que eu me dedique.. algo acontece.

Até jogar na Mega Da Virada eu joguei. 9 jogos. 3 meus, 3 do Mr. M e 3 surpresinhas. QUASE ganhei! Por pouco! Por quatro números! Uma vez por mês eu irei jogar. New year’s resolution.

Sabe, uma amiga se casou com um gringo. Foi meio de supetão, fiquei surpresa com a rapidez que tudo fora organizado, preparado. Eles tiveram de se separar, pois ele não se adaptou ao país, muito pelo contrário. Criou uma aversão tamanha, que preferiu voltar para o país de origem a ficar aqui por mais um tempo. Agora ela se vê numa situação que ele pressiona para que ela vá para o país de “primeiro mundo” dele, e ela torce para que ele dê uma nova chance ao nosso país. Hmmm, sei não. Tenho meio que medo dessas coisas acontecerem, mas ao contrário. Eu ter que pressionar o Mr. M de ficar no país dele, e ele torcer com toda sua força para que eu não queira sair daqui!

Prometo escrever mais. New year’s resolution II

Free Delivery

Fico incomodada com o preço das coisas aqui no Brasil baronial. Cê jura que se paga várias centenas de reais por uma bolsa? Outras centenas de reais por uma sapatilha? Quase cinquenta conto numa pulseira de “artesanato”?

Fui mal acostumada. Lá vou eu falar que sinto falta da inglaterra, que isso e que aquilo. Mas é que as coisas são tão ridiculamente caras aqui que me dá nos nervos.

Não poderia ficar pedindo ao Mr. M que enviasse as minhas quinquilharias sempre que eu quisesse. Muito menos poderia continuar com minha mania, que beirava o ridículo, de fingir que fazia as compras, mas na hora de fazer o check in, dava para trás.  Ok, isso ajuda no orçamento doméstico, já que para meu cérebro a compra foi feita. São tantas coisas que eu finjo que compro e cancelo, que quando chega um pacote, fico toda feliz achando que é presente.

Oke, oke. Vou logo ao assunto.

Existe um site, santo site, que entrega no Brasil, SEM TAXA DE ENTREGA. Hein?! Repete. Repete! Isso mesmo!

 O bonitão é o http://www.asos.com então belezuras, não precisam me agradecer 🙂