Faz quadradinho, faz quadradinho..

Venho, por meio deste, riscar mais um item da minha lista de 1001 coisas pra fazer antes de morrer:

Show da Valeska Popozuda

What an experience!!!!

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Imagina na Copa

Almoço sozinha. Prefiro assim. Não gosto daquela conversaiada de almoço com o povo da firma. Almoço sozinha, no meu tempo. Coloco no prato o que quero. Não preciso pagar de saudável “pros colega”.

Sentada à mesa, quando tinha acabado de posicionar os talheres no prato confirmando minha satisfação (falta de comida no prato), um garçom se aproxima e pergunta se pode retirar o prato. Antes mesmo da minha resposta afirmativa, sou questionada novamente “e o final de semana? Aproveitou pra descansar né senhora?”

Aquele atrevimento inicial se transformou numa simpatia. Que cara de pau!!! Imagine isso na Inglaterra!!! Não meu amigo! Na Inglaterra não tem garçom amigo, bróder, feliz, que sabe o nome dos clientes de cór, que ajuda os clientes a estacionar! Lá não tem disso não!

Lá quanto menos contato melhor, quanto menos papo, melhor. Vá entender!

Ai me veio à cabeça aquela famigerada máxima “imagina na copa”. Imagina na copa esses garçons tentando ser bróder dos gringos, e eles AMANDO. Imagina na copa, os garçons sem falar inglês, francês, espanhol ou alemão tentando perguntar pros gringos se eles estão se divertindo! Certeza que vão tentar convence-los que o Pelé é o rei, que comida brasileira é bom demais e que caipirinha é a melhor bebida do mundo. Imagina na copa, os gringos enfeitiçados pela simpatia dos garçons decidirem não mais ir embora, ou pior, o pior cenário de todos, importar nossos garçons nos deixando desprovidos do bróder que sabe de cór a forma que você gosta o seu suco, sua carne, a marca da cerveja!!!! Seria o fim!!!! Seria o caos instaurado na terra! O desalinharemos dos astros!!!

Mãos ao alto!

Adoro polícia. Lembro-me quando fui, pela primeira vez a Santos, visitar uma prima, e ela me falou que nao era seguro andar muito próximo a policiais, que não eram todos que eram ruins e sem caráter, mas é que nao dá para arriscar né!? Oi, me perguntei mentalmente, vez que já temia pela minha segurança, e era melhor seguir as indicações de uma “nativa”, do que passar por turistona e me ferrar.

Assisto semanalmente, religiosamente, inclusive quando na Inglaterra (através do site da Band) Polícia 24h. Acho sensacional. Adoro os “COPOM”, “QSL”, e outras gírias de malandros que os policiais falam (aliás, será que para ser policial tem que ter aula de gíria de malandro? Será que se eu falar com um malandrão “Você está preso” ao invés de “a casa caiu” ele vai entender? Sério!).

Mas então, ontem, passeando pela minha bela Minas Gerais  fazendo diligencia em uma cidade no interior de Minas, onde inclusive minha família tem um sítio, um carro de polícia pára (ops agora não tem mais acento) para e dele descem 3 policiais com armas em punho. Obviamente parei o carro, até tentei dar ré, mas mesmo numa micro cidade como Matozinhos, com a abertura e facilidade de crédito, a compra do carro não mais é um sonho impossível, o tráfego de carros e intenso, não pude voltar com o carro vez que a rua encontrava-se abarrotada de outros veículos (incluindo charretes, bicicletas, cavalos e cachorro – porque vai ter cachorro de rua assim lá em Matozinhos viu?!).

Havia policiais dos dois lados da rua, uns 8, todos com armas em punho, apontando para o motorista e dois passageiros do Pálio que trafegava logo afrente de mim. Decidi não avançar com o carro, com medo de que, numa troca de tiros, algum projétil atingisse a lataria do meu amado Fox (that’s why I am a foxy lady há), e eu tivesse que arcar com todo o prejuízo, mesmo com um dos policiais acenando para mim para que eu prosseguisse. “tá locão” pensei com meus botoes. Qual era a chance de eu passar com meu carro, no meio de uma operação policial, com 8 policiais armados apontando as armas em direção a rua, que coincidentemente era meu caminho? ZERO né?!

Acreditem se quiser. O sr. Policial veio em minha direção e me deu uma ordem para seguir pois EU estava atrapalhando o transito. Falei que não iria seguir, pois não sabia do que se resultaria daquela operação com tantas armas envolvidas e os suspeitos ainda dentro do carro com insulfilm roxo. Ele falou então que, diante da minha recusa, iria me multar! OI? OI? OI? vem prá quebrar kuduro, vamos dançar kuduro. Sério! Levei uma multa, porque não quis prosseguir com meu carro, adquirido sem essas facilidades de crédito, no meio de uma operação policial, que deslocou 3 viaturas, totalizando 8 policiais militares, com armas em punho, e suspeitos dentro do carro, sem que pudéssemos ver o que estavam fazendo.

Durma com essa sociedade!

Descobrindo Belo Horizonte – parte I

Há beleza em qualquer lugar. Fato. Mas e coisas interessantes? Vivendo em Belo Horizonte, carinhosamente chamada de Beagá, ou só BH mesmo, acho que perdi os olhos da beleza diante do longo tempo esquecida neste fim de mundo vivendo aqui.

Parei para pensar quais são as coisas que eu mais gosto em BH. A lista não foi muito extensa, nem muito interessante. Aí decidi acrescentar as coisas DE BH. Como assim? Produtos somente encontrados aqui, coisas nossas, nossas não. Minha!

Aqui, há um bucado de tempo (quase 100 anos) foi aberta uma fabrica pequenininha de doces, no bairro floresta chamada de Lalka. A fábrica foi aberta por um polonês, Henrik, que deu o nome Lalka (boneca em polonês) para essa marca que tem uma grande importância aos belorizontinos. Bala Lalka.

Ao pronunciar essas pequenas palavras, que soltas podem não significar muito, mas quando juntas, assim, uma após a outra, podem trazer um sorriso e uma alegria ao ouvinte. O locutor, noutro lado, ao pronunciar essas palavras, poderá salivar. A lembrança que estas palavras se remetem em nada tem de doces. Elas são azedinhas, cobertas por açúcar, que de tão azedinhas (e dependendo da quantidade que se levar à boca) pode chegar a machucar o céu da boca. E quem liga?

Hmmm bala Lalka. Compro 200g da balinha, e todos os dias, pelo menos uma vez, ingiro minha dose diária de céu azedo!

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Doando atencao

–          Você sabe onde fica a rua Ceará? No bairro Bonanza.

–          Segue a rua Direita.. e vai. É no final dela.

Uma plaquinha de madeira, com os números 920 pintados a mão, mostrava que aquela estradinha nos levaria ao Abrigo Aconchego do Céu.

17 crianças moram ali, provisóriamente. Chegaram ali por diversos motivos: abuso, maus tratos, abandono… Assim que você chega vê aquelas mini pessoas todas num canto, te olhando com desconfiança, te analisam, e logo no primeiro contato já ganha uma palavra de carinho: “nossa tia, seu cabelo é lindo! Olha como é liso!”. Na hora penso “é… os minutos no secador valeram a pena!”

Converso com um, pergunto o nome de outro, faço cóssegas na criança que senta ao meu lado mas ainda não olha no meu rosto. Uma lindinha com um sorriso enorme, um olhão super brilhante e cílios de dar inveja se aproxima e pede colo. É ela que cria um elo de confiança entre eu, Raquel e Tatá e as outras crianças. Quando dou por mim, já estou de pé cantando e dançando fui no mercado comprar jirimum, e a formiguinha subiu no meu bumbum… eu sacudi, sacudi, sacudi, mas a formiguinha não parava de subir.

Apesar dos diversos sacos de balas que preparei com muito carinho, eles não se importaram. Queriam nossa atenção. Um colo, um abraço apertado, um elogio.

M., a menininha do olhão, quase não tocou seus pés no chão. Foi de braços em braços durante as duas horas que passamos lá. L., um menino espertíssimo, lindo, não parava quieto. Queria correr, pular, brincar. A tia aqui não tem energia para correr, brincar e pular com 17 crianças, e L. valia por uns 4, sem brincadeira.

L. tem uma madrinha, que o busca em feriados, finais de semana e férias, e o leva para passear, passar um tempo fora do abrigo. Naquela noite, eles iriam viajar para a praia. Apesar de toda a excitação que uma viagem dessa possa gerar em uma criança de 5 anos, ao ouvir o chamado da madrinha para se despedir dos amigos, ele disse que não iria. Que queria ficar e correu para meu colo. Tive que falar que eu mesma já estava indo embora, e com a promessa que teria que voltar, L. aceitou ir.

Saimos de lá com o coração apertado. Como pessoas podem mal tratar, abandonar e abusar de crianças assim? Que mal uma criança dessas poderia causar para ser tratada dessa forma tão má?

L., era mal tratado. A mãe e seu companheiro usuários de drogas, o deixavam o dia inteiro na rua, até que foi atropelado, levado ao hospital. A polícia foi acionada e ao verificar as condições que ele e seu irmão,H., um garoto suuuuper inteligente, viviam, foram retirados do poder da família, e levados ao abrigo.

M., fora abusada pelo pai e mãe.

As outras crianças ou foram mal tratadas ou abandonadas pela família.

Quem quiser ajudar, o abrigo se chama Aconchego do Céu. O telefone é (31) 3642-8116. Eles precisam de doações: material escolar, sabão em pó, frutas, doações em espécie (dinheiro), comida e carinho!

Guia de Férias NPC

Foram quatro semanas com a melhor companhia que eu poderia querer. Mr M conseguiu umas férias super blaster longas e ficou o tempo todo aqui.

Nessas quatro semanas fomos a diversos lugares nunca dantes visitados e resolvi colocar nosso roteiro (com minhas observações para aqueles que queiram dar umas voltinhas pelos lugares que fomos).

Bom, vamos começar pelo começo:

– Belo Horizonte, minha cidade do coração: Zoológico, Mercado Central, Paraglading.

– Ouro Preto

– Salvador

– Praia do Forte

Vou preparar as fotos, os detalhes, as informações, e a partir dessa semana o blog tá com força total. Infelizmente sem Mr M!

Menos de 1 km daqui…

O ambiente não é o mais agradável. Os muros cobertos de tintas, grafites e pixações te recepcionam de forma um tanto quanto agressiva. Muitas crianças de uniformes sobem de mãos dadas com suas mães. A cada minutos diversas motocicletas sobem em direção ao topo. Penso positivo, esculpo o sorriso mais confiante que eu possa conseguir, e sigo em frente. Minha primeira experiência naquele lugar tinha sido um pouco assustadora.

Levava minha goxtosinha (minha afilhada Gabriela) e sua mãe em casa quando um homem, todo vestido de branco (calças adidas brancas, blusa branca, casaco branco e uma boina branca) para no meio da rua e impede que eu possa prosseguir o caminho. Vem até minha janela e informa que eu não iria prosseguir. Iria manobrar o carro em um lugar apontado por ele e voltar para de onde eu vim. Meu apelo em levar minha afilhada o mais próximo de casa, mas foi em vão, tanto por parte daquele homem, que mais tarde descobrir ser um dos traficantes do morro, quanto pela Rosa, mãe da Gabriela, que pediu que não insistisse, que aquele ponto já estava legal.

Quando subia por aquelas vielas nesta tarde não me senti intimidada. Com os vidros abertos saudava as pessoas com um Opa! Ou Hey. Subi o morro e uma coisa foi impressionante. Os becos tão pequenos, e com tanto fluxo de carros criou uma forma de código de conduta de trânsito. Se você sobe o morro, os carros (e microonibus) que descem devem ceder espaço a você. Ai você pensa: num beco de favela, vem um microonibus, não tem nem jeito. Nem querendo dá para dar espaço para o outro carro. Foi o que eu pensei quando eu me deparei com o miquinho (charmoso apelido para o microonibus amarelinho que corta a favela). Mas diferentemente do que eu esperava, e para minha vergonha, o motorista, sem pestanejar, deu ré, se enfiou em um outro beco e abriu espaço para mim. Hã?!?!?!?!

A harmonia que eu vi naquele lugar foi impressionante. Mesmo em meio àquela bagunça de becos e vielas, morros e crateras, árvores e jardins, a organização é mais do que visível. Fiquei imaginando se aquela mesma situação em algum bairro de classe alta o mesmo acontecia. Imaginei a cena e concluí que o que os dois carros que disputassem o espaço se enfrentariam, desligariam o motor e tentariam vencer o outro pelo cansaço.

Favela, comunidade, morro, chame o que quiser. Hoje, eles me deram um banho de cidadania, um banho de descência e um banho de vergonha na cara!

Parabéns Dona Pepeua!

Era uma vez uma linda moçoila, criada para ser dona de casa, não havia nem mesmo terminado seus estudos. Não era feminina, apesar de não sair de casa sem um batom nos lábios e brincos nas orelhas.

Casou-se por volta dos seus 20 anos de idade, com um senhor com cerca de 20 anos de idade a mais que ela. Talvez a diferença de idade tenha influenciado, em muito, em sua forma de viver. É meio cabeça dura, não gosta de ser contrariada. Envelheceu cedo demais.

Aprendeu a dirigir numa idade já considerada avançada, ganhou um GOL em uma rifa e daí suas pernas se alongaram e não havia quem fosse capaz de detê-la. Aliás, o termo mais usado entre aqueles que a rodeiam é “está para nascer quem fará com que ela pare”.

Mãe de 4 filhos, Mariana, Fatinha, Alberto e Lurdinha, os últimos gêmeos, assim como eu. Avó de 6 netos. Carol, Conrado, Ana Clara, Victor, Adriana e Izabela.

Sofre com dores, artrite aqui, reumatismo ali, um Alzheimer aqui, uma esperteza ali. Mesmo com o alemãozão na cuca não esquece que há alguns momentos você já conseguira arrecadar 20 reais de suas mãos. Eu mesma fiz o teste. O alemão deve ser judeu! Juro! Ela esquece seu nome, onde está, mas não esquece que te deu dinheiro… nem do Zeca Pagodinho! Aliás, apesar das dores que sente, tem um pique como poucos para ir num show do Zeca.

Paciência nunca foi seu forte, sabe. Na época das fitas, comprava nos extintos camelôs de BH fitas do Martinho da Vila, Agepê, e companhia. Íamos para o sítio ouvindo as músicas dela, mas se a fita não funcionasse, ela simplesmente retirava do toca-fitas, e arremessava pela janela emitindo um já conhecido “porrrrrrcaria”, bem assim, com um R de enrolar bem a língua!

Por diversas vezes declara seu amor incondicional aos netos, chegando a causar crises de ciúmes nos filhos. Ao invés de acrescentar um “amo vocês também”, bate o pé e enfatiza o amor incondicional aos netos.

A medida que as dores tomaram seu corpo, seu carro foi deixado de lado. Não pega mais a netaiada e vai para o sítio como fez por anos. Não cozinha mais o vatapá.

Hoje, em seu aniversário de 80 anos, não poderei passar por ela. Engole a lágrima porque ela está vivinha da silva. Mas, ela está no Rio, sendo cuidada por enfermeiras que já a adoram pelo jeito brabo de ser. Sendo medicada por médicos que se dedicam para fazê-la voltar para cá o mais rápido possível.

Sei que é complicado, as esperanças estão lá em cima, a festa de retorno, renascimento e aniversário está praticamente sendo planejada, mas neste momento quero que todos que pensem que ela é forte, e que, mais uma vez, vai mostrar a todos que é teimosa! Que não vai nos deixar, mesmo que no início tudo indicasse que o dia de hoje não fosse comemorado. Espero que ela, em seus sonhos, consiga sentir nosso orgulho em sermos descendentes dessa mulher de nome diferente, de personalidade forte e coração de manteiga.

DONA PEDROLINA, VOVÓ LINDA, QUE DEUS TE DÊ MAIS FORÇAS E TE PROPORCIONE MAIS LONGOS ANOS DE VIDA. QUE O QUE ESTEJA PASSANDO SEJA APENAS UM SUSTO, COMO OUTROS QUE LEVAMOS, E QUE VOCÊ MOSTRE A TODOS QUE É UMA “VELOSA”, BRAVA, E QUE AINDA ESTÁ LONGE DE NOS DEIXAR! SOU SUPER ORGULHOSA DE SER SUA NETA,

Com muitíssimo amor e carinho,

Ana Clara Veloso

Eu gosto de F.A.

Há pouco mais de um ano, conheci um bando de meninos. Todos tinham uma paixão e praticavam  um esporte diferente: Futebol Americano. Foi numa época que Mr. M e eu não estávamos juntos (terminamos por quase 9 meses e voltamos), e para mim foi ótimo ter conhecido aqueles brutamontes (uns nem tão brutamontes assim), que me acolheram e me trataram com tanto carinho.

Não passou muito e me vi assistindo um jogo deles. Aquela confusão, aquele barulho de pad com pad (Pad é o equipamento de proteção do tórax), aquela pancadaria desenfreada. Naquele jogo eles foram Campeões Mineiros.

A amizade maior com algum deles me transformou numa torcedora efusiva dos jogos. Tentei aprender mais regras, mais jogadas, o esquema do jogo. Tá, ainda não sou uma expert, mas não faço feio (conforme um dos jogadores do qual não lembro o nome me falou quando eu disse que helmet to helmet não era válido mesmo que o jogador estivesse com posse da bola e em movimento – há! Sei demais).

O time, Minas Locomotiva, virou meu segundo time do coração. Galo e Locomotiva. Enquanto eu domino as regras do futebol (sei explicar como ninguém o que é um escanteio e porque ninguém manda a bola pro cara de preto no futebol), aos poucos vou aprendendo as regras do Futebol  Americano. Juro que me esforço. Sei que não tem goleiro, sei o que é um false start, sei o que é um field goal, um touch down, um extra point. Mas ainda falta muito para se aprender.

Esse final de semana fui assistir um amistoso dos meninos do Minas Locomotiva contra o Tubarões do Serrado. Jogo tenso. O Locomotiva nunca tinha ganhado deles. A torcida compareceu em peso. Olhei para dois garotos na torcida e vi um segurando um D, o ourto um #. Pensei, pensei, pensei… E finalmente descobri o sentido. D = de, # = fence. DEFENSE!

O Locomotiva começou ganhando. Fez TD e marcou extra point. Mas os Tubarões viraram e ai foi só emoção. Empatamos e viramos. Vitória histórica, e eu, apesar do frio, pé quente.

http://www.minaslocomotiva.com.br

Atualizando Projeto To Emagrecendo: 12 cm de circunferencia abdominal. 9.4 kg a menos na balanca! 3 semanas sem ingestao de alcóol!

Pouquinho de Adrenalina

–          Alo, gostaria de falar com Norberto.

–          Este telefone não é mais dele.

–          Quem está falando? É a filha dele?

–          Não, meu Senhor, eu não o conheço!

–          Sei que você tem relação com ele. Já estou avisando, vou lhes buscar no inferno se for preciso!

Tu tu tu

–          Alo, cadê o Norberto?

–          Este telefone não é mais dele.

–          Como não?

–          Eu fui à TIM, fiz um contrato e escolhi um número. O número, infelizmente era do Norberto, e ele, aparentemente não avisou a ninguém que mudou de número.

–          Ah, se você descobrir o telefone dele, me dá um toque?

–          Claro, vou anotar junto às outras pessoas que estão atrás dele.

–          Muito gentil de sua parte, desculpe o transtorno.

–          Que nada.

Tu tu tu

–          Alo?

–          FILHO DUMA P***, cadê meu dinheiro?

–          Oi?

–          Não é o telefone do Norberto?

–          Não, este telefone não é mais…

–          Olha, quero nem saber, quero meu dinheiro! Vou te achar, e você, se preciso, vai pagar o pato!

–          Meu Senhor, não tenho nada a ver com ele. Nem o conh…

–          Fod*-se! Você está com o telefone dele!!! Alguém vai ter que me pagar!!!!

tu tu tu

E assim tem sido minhas manhãs, tardes e noites.

A TIM não pode fazer nada. Se trocar o número, tenho que pagar uma multa, taxa, o escambal!

Já foi feito o B.O., mas as ligações continuam!

Eh laiá!

N.A. Tá phueda acessar a net de casa, já que a obra ainda nao terminou! Já se foram quase 9 kg (tá ai Bruna, coloquei os quilogramas prá incentivar), e estou ficando GATA! Consegui comprar duas moedas comemorativas do casamento real! Sou brega e adoro isso! No mais, é isso ae!