Figurões – Jimmy Savile

De uma maneira bizarra e sem que haja uma explicação plausível para o ocorrido Jimmy Savile foi se transformou em um pop star britânico. O cara com aspecto que me faz lembrar o professor pardal, um cientista maluco, era idolatrado por onde passava.

Era o host de um programa de televisão da BBC com as 40 músicas mais tocadas no pais (top 40 chart mas além do sucesso com a rapeize ele também era bastante popular entre as crianças.

Viciada em Louis Theroux como sou, acabei só sabendo da existência deste homem esquisito em um dos episódios do programa Weird Weekends quando o apresentador visitou a tão enigmática figura de Jimmy Savile. O episódio em si já é estranho por si só, mostra um velho senhor, com idade avançada e saúde deixando por desejar entregue a um mundo bizarro e ilógico. Vivia de uma ilusão de fama e misturada à solidão. Enfim, não me concedi a oportunidade de entender como um homem daquele poderia ser tão popular.

Alguns meses depois li (RIP old THE SUN) que ele havia falecido. Não demorou muito e vieram enxurradas de alegações que ele, Jimmy Savile, no alto de seu sucesso (década de 90) havia molestado crianças e adolescentes. Sujo e imundo por si só, o caso se torna mais bizarro quando às alegações é acrescido o detalhe que a maior parte dos abusos aconteceram nas propriedades da estatal BBC, e para piorar, era acobertado pela alta cúpula da emissora.

Foram dezenas de vítimas que denunciaram os casos de abuso após a morte do indivíduo. Algumas dizem que houve tentativa de denúncia anterior mas ou não foram levadas a sério ou as culpavam ou até mesmo ouviam que a “genialidade” do Savile vinha com um lado bizarro.

Após sua morte os casos vieram à tona. As vítimas processam a BBC e algumas entraram com pedido de indenização em cima do patrimônio deixado pelo artista.

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Imagina na Copa

Almoço sozinha. Prefiro assim. Não gosto daquela conversaiada de almoço com o povo da firma. Almoço sozinha, no meu tempo. Coloco no prato o que quero. Não preciso pagar de saudável “pros colega”.

Sentada à mesa, quando tinha acabado de posicionar os talheres no prato confirmando minha satisfação (falta de comida no prato), um garçom se aproxima e pergunta se pode retirar o prato. Antes mesmo da minha resposta afirmativa, sou questionada novamente “e o final de semana? Aproveitou pra descansar né senhora?”

Aquele atrevimento inicial se transformou numa simpatia. Que cara de pau!!! Imagine isso na Inglaterra!!! Não meu amigo! Na Inglaterra não tem garçom amigo, bróder, feliz, que sabe o nome dos clientes de cór, que ajuda os clientes a estacionar! Lá não tem disso não!

Lá quanto menos contato melhor, quanto menos papo, melhor. Vá entender!

Ai me veio à cabeça aquela famigerada máxima “imagina na copa”. Imagina na copa esses garçons tentando ser bróder dos gringos, e eles AMANDO. Imagina na copa, os garçons sem falar inglês, francês, espanhol ou alemão tentando perguntar pros gringos se eles estão se divertindo! Certeza que vão tentar convence-los que o Pelé é o rei, que comida brasileira é bom demais e que caipirinha é a melhor bebida do mundo. Imagina na copa, os gringos enfeitiçados pela simpatia dos garçons decidirem não mais ir embora, ou pior, o pior cenário de todos, importar nossos garçons nos deixando desprovidos do bróder que sabe de cór a forma que você gosta o seu suco, sua carne, a marca da cerveja!!!! Seria o fim!!!! Seria o caos instaurado na terra! O desalinharemos dos astros!!!

Mr. Bean nas Olimpíadas

– Sabe o Rowan Atkinson? – diz Mr. M.

Pela câmera do celular, o olho como se aquele nome realmente me remetesse a alguém.

– O Mr. Bean – ele diz, sabendo que não saberia quem era aquela pessoa.

Rowan Atkinson é um daqueles artistas, para mim, que são como André Marques (que sempre será o Mocotó)  e Sarah Jessica Parker ( que sempre será a Carrie).

Lembro de assistir seus episódios incansavelmente quando criança, e adorava o fato que quase não era necessário ter falas para ser engraçado. Óbviamente não eram todos que gostavam dele, aliás, poucos são aqueles que gostam dele, mas eu amo! Adoro!

O humor dele é polido, não é necessário palavras, não é vulgar, chegando a ser bobo. Mas eu adoro!  Exatamente por ser simples e bobo.

Mas o fato é que, mesmo aqui, com o Didi (oh my, acabei de comparar Mr. Bean a Didi) todos respeitam.

E os organizadores da Olimpíada decidiram que seria engraçado colocá-lo na abertura. E foi engraçadíssimo. Go Mr. Bean!

Várias e várias sombras…

Havia lido diversas críticas sobre esse livro, 50 shades of grey, que a que tudo indica fora traduzido para 50 sombras de cinza (sendo que se trata do sobrenome de um dos personagens principais do livro – ai ai traduções tupiniquins só me decepcionam), e precisava ler pra saber se era realmente tudo que falavam por ai.

De cara fui levada para um mundo extraordinário. Não extraordinário, no sentido bom, mas no sentido de EXTRA ordinário, fora do comum, além.  Um mundo onde, de verdade, preferiria não existisse.

Classificado pela crítica como soft porn, ou mesmo “mummy’s porn” o livro deveria mexer com a libido das mulheres, e fiquei impressionada ao descobrir que esse furdúncio, classificado até como “mommy’s porn”, é a relação de dominador e escrava sexual. É isso mesmo?

O casal protagonista é formado por um sadista e uma menina inexperiente, virgem, e que se apaixona por ele. Ele a trata muito bem fora de sua vida sadista, mas a impõe uma espécie de relacionamento cheio de regras e punições. Ele proporciona tudo para ela: roupas caras, carro, proteção.

O livro, com toda a repercussão, me fez pensar se algumas mulheres, na verdade, sentem falta daquela época que o homem era o chefe da família, que impunha regras, e que não restava nada à mulher a não ser obedecer as regras. Uma época não tão longínqua, antes da revolução feminista, antes da mulher obter os direitos iguais, e toda aquela coisa que veio com isso.

Longe de mim criticar o livro com um ponto de vista feminista. De jeito nenhum! Fui criada pela minha mãe que teve que “sair pra trabalhar” diante do trágico acidente com meu pai. Sei o que é uma mulher forte, sei da importância dos direitos adquiridos pela mulher e, talvez por isso, tenha me surpreendido pelo fato deste livro, que trata da submissão da mulher ser alvo de tamanho sucesso.

Acho qualquer “ismo” uma perda de tempo. Eles só servem para dar confusão. Confusão sim, porque não só de feminismo vivem as mulheres como, não só de machismo vivem os homens. Ai diante duma afirmativa feminista de algum assunto, vem um (ou uma) machista e faz um comentário contrário e ai a canseira começa (por que vou te falar, discussão – normalmente online –  de ismos é chata prá dedéu). Nada muda, ninguém começa a respeitar a visão do outro nem nada. Mas fiquei intrigada. E uma das minhas questões com o 50 shades é exatamente as pessoas não discutirem a forma do romance do casal, e sim a maneira. Os comentários são mais pela forma bruta, porém sexy para alguns, que ele trata a menina, e não o tipo de relacionamento, o do BDSM – bondage, disciplina, dominação e submissão, sadismo e masoquismo.  Isso sim seria, para mim, motivo de causar tamanho furor. Nunca havia ouvido falar de um Best Seller literário que trazia o BDSM de forma tão explícita. Esse é o primeiro. Único? Alguém sabe?

Sobre o livro, o que posso dizer é que ele prende o leitor (apesar de acreditar que boa parte, senão todo seu público seja feminino), e a curiosidade de saber o que essa menina vai fazer da vida dela fazem com que você (ou eu), leia o livro em menos de 48 horas. 372 páginas, em inglês, no meu Kindle app.

Não sei se indico esse livro a alguém, mais por pudor do que por não achar o livro worth reading. Mas quem quiser, por livre e expontânea vontade (ou curiosidade), ele custa cerca de U$9.50 (dólares mesmo) no site da Amazon para Kindle. Quem não tem Kindle, mas tem iphone, ipad ou ipod, pode baixar o app na App Store. For free. O livro no Brasil só deve chegar em Agosto, quando, com certeza, todo o furor terá sumido, e com a terrível tradução do título para 50 sombras de cinza. Friggin title translators!

Cavaleiro do Céu, Ogum!

São Jorge, Ogum, Sigurd..

Ele deve ser uma das figuras folclóricas mais aclamadas por religiões ao redor do mundo. Muitas vezes o vemos em seu cavalo branco, com uma espada em punho, matando o dragão, outras vezes conseguimos, nitidamente, vê-lo nas sombras da lua.

Quem era São Jorge?

Segundo tradição, São Jorge nasceu na região da Capadócia, Turquia. Ainda criança mudou-se para a Palestina. Em sua adolescência, entrou para a carreira de armas, para assim satisfazer sua natureza combativa. Foi promovido a capitão do exército romano devido sua dedicação e habilidade.

 Não era de família pobre, pelo contrário. Com a morte de sua mãe, pegou parte da fortuna e se dirigiu para a corte do Imperador. Ao perceber a crueldade que eram tratados os cristãos, distribuiu toda sua riqueza aos pobres.

Era fiel defensor dos cristãos. Em afronte ao Imperador, que defendia a morte de todos os cristãos, ele se levantou e afirmou que os romanos deveriam se converter ao cristianismo.

Indagado por um cônsul sobre a origem daquele afronte, Jorge informou que  ela vinha da Verdade. “A Verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e Nele confiando me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade”.

O Imperador tentou fazê-lo desistir do cristianismo por diversas vezes e a cada recusa, torturava Jorge, e ainda assim, Jorge reafirmava sua fé. O martírio que passava Jorge tomou notoriedade, e fez com que Jorge ganhasse diversos defensores, inclusive a mulher do Imperador, que se converteu ao cristianismo. Em 23 de abril de 303, diante da falta de êxito em suas tentativas de fazer com que Jorge desistisse de sua fé, o Imperador mandou degolá-lo.

A imensa devoção a São Jorge começou antes mesmo de sua morte, e após ela aumentou ainda mais. O Imperador Constantino mandou erguer um enorme oratório aberto aos fiéis. Ao longo dos anos, Constantinopla contava com pelo menos cinco igrejas dedicadas a São Jorge, no Egito haviam quatro igrejas e quarenta conventos.

São Jorge (Saint George) na Inglaterra

Mesmo que hoje em dia o Santo não tenha tanta importância na terra da Rainha quanto tinha a alguns anos, São Jorge ainda é a figura religiosa mais relacionada ao país. Mr M, por exemplo, indagou de onde vinha essa fé em São Jorge, principalmente nas pessoas do Rio de Janeiro. Para ele, São Jorge era uma figura inglesa. Mero engano, dear M.

Não se sabe ao certo como ele se tornou padroeiro da Inglaterra. São Jorge já era conhecido nas ilhas britânicas antes da conquista normanda.  Acredita-se que, no período das cruzadas, os soldados que retornavam influenciaram na disseminação de sua popularidade. Acredita-se também que o Santo foi escolhido padroeiro da Inglaterra, quando, em 1348, o Rei Eduardo III (Edward III) fundou a Ordem dos Cavaleiros de São Jorge. De acordo com a história, foi o Rei Artur (King Arthur) que, no século VI, colocou a imagem de São Jorge em suas bandeiras.

Hoje em dia, apesar de no passado, o dia de São Jorge ser o feriado nacional mais importante, ele não é mais comemorado. Em pesquisa popular, a BBC perguntou qual deveria ser o santo nacional. São Pedro ganhou, recomendação que desde 1893, perdura até hoje. São Jorge chegou a ser rebaixao a santo menor de terceira categoria, de acordo com hierarquia católica, e seu culto era opcional. Em 2000, o Papa João Paulo II deu nova relevância a ele.

Infelizmente vemos hoje, St. Patrick’s day ser mais comemorado do que o dia de São Jorge.

São Jorge no Brasil

Acredita-se que o culto a São Jorge chegou ao Brasil graças a Portugal. Óbvio para mim. São Jorge teria aparecido em Portugal em 1147, com a ajuda dos ingleses. No reinado de Dom Afonso VI “São Jorge!” como grito de batalha, virou regra. Com Dom João I de Portugal, São Jorge virou padroeiro de Portugal. Em seu reinado, sua imagem, aquela do santo em cima do cavalo, fosse transportada na procissão de Corpus Christi. Séculos mais tarde, chegaria ao Brasil.

No Brasil, mais uma vez, os brasileiros conseguiram inovar. Associaram São Jorge à Lua. Essa associação tem forte influência africana. Na religião da umbanda, o santo é associado a Ogum (quem conhece as músicas do Zeca Pagodinho já sabia disso néam). A tradição diz que as manchas na lua representam o santo, seu cavalo e sua espada, pronto para defender quem buscar sua ajuda.

SALVE JORGE!

Pipoca + Guaraná e filme

Fico super feliz quando um filme brasileiro, ainda que baseado numa estória fictícia, que se passa em uma favela, com muita violência, tráfico e etc. Mr. M, por exemplo, adora Tropa de Elite. Assistiu também o filme do ônibus 174 e outros tantos filmes daquele estilo.

Ai, discutindo com ele sobre os filmes brasileiros que tem maior publicidade internacional, me deparei com uma pergunta que corroeu meu pensar (lógico que não né?!).

Filmes ingleses. São só os cults que assistem? Fora os “clássicos” (Bridget Jones, 007, Harry Potter), quais outros não chegaram ao público “comum” e que valem a pena? Hein hein hein?

Para alguns, essa lista é cheia de filmes conhecidos, mas estou me baseando nos meus amigos, os filmes que eles já ouviram falar ou não.

(não vou fazer a sinópse, porque não sou obrigada porque sou péssima para essas coisas e não daria nada para eu SEM PERCEBER – apesar de reler o que escrevo umas 10 vezes – contar o ponto épico do filme)

– Billy Elliot: estória de um menino, filho de um empregado de fábrica machista, que troca as luvas do boxe pelas malhas do ballet.

– The Inbetweeners: Baseado na série de mesmo nome, é uma comédia que fez super sucesso na Inglaterra, apesar de receber apenas 70% de críticas postivias (this is england recebeu 93%). Trata-se sobre quatro amigos que formam do colégio, e como nos filmes americanos, uma “louca aventura está por acontecer”.

– A Papisa Joana (Pope Joan): Filme medieval, contado a estória da Papisa Joana, que é um certo tabu na Igreja Católica.

– Mandela – Luta pela Liberdade (Goodbye Bafana): Filme sobre o Mandela é sempre a must see. Este filme conta a estória do Mandela e do guarda de onde ficou encarcerado.

– Hot Fuzz (sem tradução): Comédia inglesa, ou seja, se você não entende o humor inglês, nem perca tempo, mas se você capta a sutileza (ou falta dela), vai rolar de rir.

– This is England (sem tradução): é um filme sobre os skinheads (e a cultura) no meado dos anos 80.

– The Scounting Book For Boys (sem tradução): Filme sobre dois amigos de infância (menino e menina), que escondem um grande secredo (muhaaa haaaa haaaa – risada do Dr. Abobrinha). Mr. M acha que é estranho e chato. Eu acho que é apenas estranho.

Titanic… não aquele!

Eu sou fera em descobrir coisas interessantes em lugares menos prováveis. Foleando a revista “Náutica“, de julho de 2011 (nº 275) encontrei uma reportagem sobre o titanic brasileiro. O maior desastre naval em águas brasileiras. Eles ocorreram na mesma época, e teoricamente fazendo o mesmo trajeto Europa – América.

O barco era o Príncipe de Astúrias, e zarpou de Barcelona, em 1916, rumo à Santos, Montividéu e Buenos Aires cheios de europeus que tentavam escapar da guerra que assolava a Europa, tentando uma vida melhor na América Latina.

Após passar pela linha do equador, o navio cruzou com seu “irmão-gêmeo@, o “Infanta Izabel”, onde fora visto pela última vez. Era época de carnaval, e para aliviar a tensão dos passageiros, rolava uma festa de carnaval na embarcação, enquanto do lado de fora, o navio enfrentava uma tempestade.

Na alta madrugada, o navio atingiu Ilhabela, e esbarrou uma pedra, abrindo um buraco no casco. Tarde demais para o capitão. O navio afundou e por sorte de muitos passageiros, ele estava carregado com cortiça, que acabou virando bóias.

Como no Titanic, pouquíssimos ocupantes da terceira classe sobreviveram. Oficialmente, foram 143 sobreviventes e 445 desaparecidos. Porém, não se sabe ao certo quantas pessoas estavam a bordo, por conta dos passageiros clandestinos. Acredita-se que o número de desaparecidos seja bem maior do que o oficial.

O barco foi submerso na região, e por conta dos caçadores de tesouros da época, não sobrou muita coisa do navio, Somente ferros retorcidos.

Na outra ponta do lápis

Olá, me chamo Ana e coleciono lápis!

posso ouvir o coro de três ou quatro outras pessoas que tem da mesma mania que eu compartilho

E tal foi minha alegria quando na manhã cinzenta desta segunda feira recebo pelo correio minhas ponteiras de lápis! Aí quase que não me agüento de felicidade!

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You’ve got text msg

“Foram três as maçãs que mudaram o mundo: a de Adão e Eva, a de Newton e a de Steve Jobs”.

Ah não Dona Miss Cherry, você não vai começar a fazer uma Ode à Steve Jobs, né?!

Acalmem seus corações. Não irei fazer uma Ode à Steve Jobs, mas mesmo involuntariamente ele tem a ver com esse post.

Quando cheguei na Inglaterra, pela primeira vez, Mr. M me entregou um celular e um sim card da O2. Me informou empolgadíssimo que aquele sim card me daria mensagens ilimitadas, se colocasse, por mês apenas £10. Mensagens ilimitadas? Nunca vi, nem tinha ouvido falar. Pensei que seria mais jogo pra mim, me darem um plano com 50 mensagens por mês, afinal nunca fui muito de mandar mensagens de texto! Sempre fui fiel defendedora da ligação, da voz, da emoção.

Andando nas ruas, as pessoas andavam vidradas na tela do seu dispositivo móvel. Andavam e digitavam numa frequência que só agente sabe velocidade, sem tropeçar, sem parar para ver se o carro vinha em direção a eles. Mr.M não me ligava. Muito pelo contrário. Recebia mais ligações do digníssimo quando estava no Brasil que quando na Inglaterra, mas as mensagens… pelo menos umas 20 por dia, isso quando o dia era um dia ocupado. Comecei a tentar andar e digitar no celular. Não, não era possível. Precisava de mais treinamento.

Quem aqui não sabe de cor onde ficam as letras num teclado de telefone? Adorava o fato que BEIJOS bastava digitar (quando já tinha aquele dispositivo que “adivinhava” o que você queria digitar) 234567 (vai lá, vou dar uma pausa para você verificar que eu estou certa).

Mr. M não gosta de falar ao telefone. Prefere mensagem, assim como 90% da população inglesa.

Com o tempo, a moda SMS chegou ao Brasil, e chegou junto com os smartphones. Quase já não se fala “te ligo”. Já é habitual dizer “te whatsappo”, “qualquer coisa te mando mensagem”. É por essas e por outras que TIM e CLARO já lançaram promoções de que você pode enviar mensagens ilimitadas por dia por apenas R$0,50 PARA QUALQUER OPERADORA!

E você acha que Steve Jobs não tinha nada a ver com isso? Foi ele quem colocou o facebook no celular para desespero das operadoras que arrecadavam bons R$0,70 POR MENSAGEM! Começou-se a mandar mensagens via facebook, fazendo desnecessário o envio do SMS. Ai veio Viber, Whatsapp, Skype, entre outros tantos.

Este post aceita patrocínios, inclusíve aceita, para fins de reviews, um iPhone para bunda (4s – for ass). Lembrando que o fornecimendo do iPhone para bunda gerará uma inveja ENORME no Mr.M. Sentimento que será bastante deliciado por esta que vos escreve.

N.A. : sabiam que a MULHER MAÇÃ (oi? Quem?) agradeceu ao Steve Jobs por ter criado a apple com o símbolo da maçã, símbolo que trouxe a ela a fama. Oi? Porfa apple woman!

With just a little help

Eu sei que não posso pedir muito já que a atualização do blog tá precária, mas como eu sei que todos vocês torcem (ou por mim ou o nariz mesmo) para eu dar uma virada na minha vida, ganhar bem e ser feliz peço encarecidamente que votem em mim numa promoção do emprego dos sonhos. É assim: clique aqui!, cadastre no site (ah vá, não demora quase nada) e vote em mim! Please please please.