The Color Run – Belo Horizonte

Hoje pela manhã fui a The Color Run, aqui em BH. Havia lido vários depoimentos sobre a corrida em outros blogs e, honestamente, estava um pouco decepcionada.

O ponto de entrega dos kits foi na região da Pampulha, e para mim, que moro do outro lado da cidade, e com todas as obras na região virou uma via crucis a ida lá. A entrega do kit foi mais uma jogada de marketing de um dos patrocinadores. No dia estavam lançando um empreendimento, e os corretores praticamente pulavam em cima daqueles que apenas foram lá para buscar os kits. No site, haviam informações no site que o kit não seria entregue na data do evento.

O kit contem a blusa, o número do corredor, o pó (tinta), e um voucher para retirar gatorade e uma barrinha de cereal. Para as meninas, as blusas são masculinas, então, se você escolher a M o tamanho será o M masculino.

A corrida ocorreu em frente a um shopping, e o estacionamento fora aberto mais cedo (ao custo de R$6,80 por quatro horas) para que quem fosse ao evento pudesse parar lá.

Ao contrario do que informaram, os kits foram sim entregues no dia do evento (se eu soubesse, teria evitado toda aquela viagem), havia guarda volumes com a sistemática que eu não concordo de apenas anotar na sacola plástica o número do participante.

Havia lido por aí que durante o percurso o pó da tinta não foi suficiente. O que eu vi foi exatamente o contrário. Todas as estações de cores pelas quais passei jogaram muito pó. A largada foi divida em pelotões, dando oportunidade de todos de se sujar.

O evento foi bem organizado, e definitivamente, participarei em outros anos. Infelizmente o trajeto foi feito a beira do Ribeirão Arrudas e não e a vista e o cheio mais agradável da cidade, mas foi bom variar e não ter evento na região da Pampulha.

Sobre a tinta em pó: o pó na verdade é amido de milho. Não faz mal, mas se entrar na sua boca, garanto que precisará de bastante água para aliviar a secura. Quanto mais molhada sua camisa estiver, mais sujo você vai sair, pois o pó vai grudar mais. As camisas mais coloridas estavam molhadas e ficaram lindas.

Guarde o pacote de tinta para o final. É bem divertido fazer a nuvem de cores do final, mas, mais divertido e a brincadeira com os amigos.

Meninas, se vocês não querem sujar o cabelo, NAO vão! Serio! Tinha um tanto de gente com touca de banho! Para ne!? Nada como um bom banho com água e sabão para tirar toda a coloração esquisita que você fica.

Leve uma toalha para cobrir o banco do carro e não se esqueça de proteger o cinto de segurança!
Quem quiser levar celular, achei tranquilo, fiquei com o meu o tempo todo, e na hora das nuvens de cor do final o usei para tirar fotos. Em casa limpei a lente das cameras, delicadamente, com um cotonete.

No final das contas, foi sensacional! Estou louca para ir novamente.

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Mr. Bean nas Olimpíadas

– Sabe o Rowan Atkinson? – diz Mr. M.

Pela câmera do celular, o olho como se aquele nome realmente me remetesse a alguém.

– O Mr. Bean – ele diz, sabendo que não saberia quem era aquela pessoa.

Rowan Atkinson é um daqueles artistas, para mim, que são como André Marques (que sempre será o Mocotó)  e Sarah Jessica Parker ( que sempre será a Carrie).

Lembro de assistir seus episódios incansavelmente quando criança, e adorava o fato que quase não era necessário ter falas para ser engraçado. Óbviamente não eram todos que gostavam dele, aliás, poucos são aqueles que gostam dele, mas eu amo! Adoro!

O humor dele é polido, não é necessário palavras, não é vulgar, chegando a ser bobo. Mas eu adoro!  Exatamente por ser simples e bobo.

Mas o fato é que, mesmo aqui, com o Didi (oh my, acabei de comparar Mr. Bean a Didi) todos respeitam.

E os organizadores da Olimpíada decidiram que seria engraçado colocá-lo na abertura. E foi engraçadíssimo. Go Mr. Bean!

Eu gosto de F.A.

Há pouco mais de um ano, conheci um bando de meninos. Todos tinham uma paixão e praticavam  um esporte diferente: Futebol Americano. Foi numa época que Mr. M e eu não estávamos juntos (terminamos por quase 9 meses e voltamos), e para mim foi ótimo ter conhecido aqueles brutamontes (uns nem tão brutamontes assim), que me acolheram e me trataram com tanto carinho.

Não passou muito e me vi assistindo um jogo deles. Aquela confusão, aquele barulho de pad com pad (Pad é o equipamento de proteção do tórax), aquela pancadaria desenfreada. Naquele jogo eles foram Campeões Mineiros.

A amizade maior com algum deles me transformou numa torcedora efusiva dos jogos. Tentei aprender mais regras, mais jogadas, o esquema do jogo. Tá, ainda não sou uma expert, mas não faço feio (conforme um dos jogadores do qual não lembro o nome me falou quando eu disse que helmet to helmet não era válido mesmo que o jogador estivesse com posse da bola e em movimento – há! Sei demais).

O time, Minas Locomotiva, virou meu segundo time do coração. Galo e Locomotiva. Enquanto eu domino as regras do futebol (sei explicar como ninguém o que é um escanteio e porque ninguém manda a bola pro cara de preto no futebol), aos poucos vou aprendendo as regras do Futebol  Americano. Juro que me esforço. Sei que não tem goleiro, sei o que é um false start, sei o que é um field goal, um touch down, um extra point. Mas ainda falta muito para se aprender.

Esse final de semana fui assistir um amistoso dos meninos do Minas Locomotiva contra o Tubarões do Serrado. Jogo tenso. O Locomotiva nunca tinha ganhado deles. A torcida compareceu em peso. Olhei para dois garotos na torcida e vi um segurando um D, o ourto um #. Pensei, pensei, pensei… E finalmente descobri o sentido. D = de, # = fence. DEFENSE!

O Locomotiva começou ganhando. Fez TD e marcou extra point. Mas os Tubarões viraram e ai foi só emoção. Empatamos e viramos. Vitória histórica, e eu, apesar do frio, pé quente.

http://www.minaslocomotiva.com.br

Atualizando Projeto To Emagrecendo: 12 cm de circunferencia abdominal. 9.4 kg a menos na balanca! 3 semanas sem ingestao de alcóol!